nem tele, nem gaitas


la zexta (con z de zapatero)
paga a pena postear de novo num blog que leva meses "hibernando" para publicar um jogo de palavras?
se nom o fago estoupo.

entendo que as autoridades de "la sexta" agradeçam eternamente ao PSOE a concessom da derradeira licência de tv analógica na era digital;
comprendo, tamém, que agora que Prisa nom é socialista, senom gallardonista, tenham mesmo que lançar um novo jornal a nível estatal;
e som consciente de que a nova canle joga com des-aventage porque moita gente nom se dá enteirado de que existe e de que tem umha boa programaçom;

pero... quando vim o anúncio de que o mesmissimo presidente do governo vai acodir a aumentar a audiência de buenafuente, pensei que escachava co riso.
e pensei: la Zexta. Con Z de Zapatero.
comentários (1) - categoria: tv - publicado o 09-11-2007 21:20
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Chuza! Meneame del.icio.us digg Fresqui
felipe nom é maoma
nom podo deixar de obviar a temática desta bitácora e fazer umha reflexom: lembram a polémica a nível mundial que houvo em 2006 sobre as vinhetas de Mahoma?
daquela, quando um jornal dinamarquês publicou umha brincadeira sobre o Profeta; ou quando se cancelou umha ópera em Alemanha por decapita-lo, progressitas e conservadores de todo a cristiandade denunciarom os "ataques à liberdade de expressom" por parte de sectores radicais da fé muçulmá.
daquela, houvo unanimidade em considerar "inofensivos" aos debuxos e "intolerantes" às críticas.
Agora, quando o objecto da brincadeira é S.A.R d. Felipe de Borbón y Grecia, resulta que todos os súbditos do seu pai temos que nos sentir ofendidos. pois bem: nom som mais os fieis do Islam que se podem ofender que os cidadáns do Estado Espanhol?


e só umha cousa mais: que é realmente o que fastidiou ao juiz, o feito de aparecer fazendo o amor (algo tam natural a toda pessoa) ou que se lhe acuse de nom trabalhar em toda a sua vida?

image de
odemo
comentários (7) - categoria: miscelánea - publicado o 21-07-2007 13:24
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Chuza! Meneame del.icio.us digg Fresqui
seqüestrem-me!

Si, ja o sei. Hai tempo que nom publico nada. Prometo volver faze-lo quando o meu nome figure de novo nas listas do INEM.
Mas nom podo deixar de solidarizar-me com El Jueves e copiar-lhe o post a ZeroVacas:
SR. DEL OLMO: SEQÜESTRE TAMÉM ESTE BLÓ.
comentários (0) - categoria: miscelánea - publicado o 21-07-2007 12:25
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Chuza! Meneame del.icio.us digg Fresqui
campanha 'quero que me corrijam as gralhas'
aponto-me a esta boa ideia. corrijam as minhas gralhas nos comentários.
comentários (0) - categoria: rede - publicado o 31-03-2007 16:05
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Chuza! Meneame del.icio.us digg Fresqui
por um canal lusófono em R
Ja temos falado aqui da nova canle televisiva que emite para toda Europa em lingua portuguessa, a CLP Tv. Dita canle começou a emitir, em fase de testes, o 25 de novembro. Em breve as emissons poderam ser recebidas através de plataformas de cabo em França, Portugal e Luxemburgo.
No blogue Galego de seu fam referência a esta iniciativa, e titulam o post dum jeito que me deu umha ideia: "R ficha-a!".
Coido que seria moi interessante que a plataforma galega de cabo, R, ofertasse o CLP Tv na sua programaçom, como jeito de manter vencelhadas as culturas galega e portuguessa.
Assi que proponho umha campanha de petiçons a R, via correio electrónico, solicitando que a operadora negocie com a CLP para emitir na Galiza os seus contidos.

Eu vou-lhes enviar a seguinte carta:

Estimados/as responsáveis da programaçom de R:

Escrevo-lhes para solicitar a inclussom na sua oferta televisiva da nova Canle de Lingua Portuguesa, que recentemente iniciou a sua actividade a nível europeu.
Coido que seria moi interessante que na Galiza puidessemos desfrutar de contidos em lingua portuguessa, dada a histórica e geográfica relaçom das nossas falas e culturas, e considerando tamem a quantidade de trabalhadores e trabalhadoras procedentes de paises lusófonos existente na nossa comunidade.
Sem mais, e agradecendo a atençom prestada, despido-me.
(NOME) (Nº de usuário de R) [no caso de se-lo]

Facilito tamem a carta em normativa Ilga, para quem a prefira:

Estimados/as responsábeis da programación de R:

Escríbolles para solicitar a inclusion na sua oferta televisiva da nova Canle de Lingua Portuguesa, que recentemente iniciou a sua actividade a nivel europeo.
Coido que seria moi interesante que na Galiza puidesemos desfrutar de contidos en lingua portuguesa, dada a histórica e xeográfica relación das nosas falas e culturas, e considerando tamen a cantidade de traballadores e traballadoras procedentes de paises lusófonos existente na nosa comunidade.
Sen mais, e agradecendo a atención prestada, despidome.
(NOME) (Nº de usuário de R) [no caso de selo]

O endereço de mail é:
fala-con-R@mundo-R.net


Proponho tamem, como jeito de conhecer o número de cartas enviadas, que cada pessoa que dirixa a R a petiçom deixe um comentário neste post.
comentários (16) - categoria: tv - publicado o 06-12-2006 14:37
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Chuza! Meneame del.icio.us digg Fresqui
primeiros pasos cara o asociacionismo no audiovisual
http://www.asociaciontecnicos.blogspot.com/Falamos das pessoas que trabalham em postos técnicos, claro, ja que actores e actrizes ja estam organizados.
Polo visto, a caida do ex-filme de Dygra Los muertos van deprisa pode servir para algo bom. A raiz da decissom do produtor de paralisa-la rodage, a equipa que trabalhava nel decidiu reunir-se e buscar soluçons para a sua situaçom. E umha das propostas que de ali jurdirom foi a de crear umha asociaçom de trabalhadores e trabalhadoras do audiovisual. Meiante o envio de correios electrónicos e sms tentou-se convocar ao maior número posivel de gente a umha primeira juntança, que tivo lugar na Escola de Image e Som da Corunha o passado 20 de outubro.
Serviu de toma de contacto e para que cada quem expresasse as suas inquedanças e opinions. A partir de aí, decidiu-se abrir um blog no que informar das novas reunions que se convoquem, e que presumivelmente terá um foro.
Até aqui os primeiros pasos. Agardemos que se vençam ja os medos do passado e que no futuro os trabalhadores do audiovisual galego tenham algum tipo de apoio solidário entre eles, ja seja asociaçom, sindicato, etc.
comentários (2) - categoria: cinema - publicado o 24-10-2006 19:22
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Chuza! Meneame del.icio.us digg Fresqui
o evoluir da image da tvg
A mudança da image corporativa, logos e mesmo denominaçom da CRTVG da que falaramos hai tempo já é umha realidade. Pesquisando videos em YouTube para propor aos prémios Chanante Pinheiro (dos que se falará aqui quando seja o momento), atopei um usuário chamado Adrianlacoruna que está a tomar-se a moléstia de pendurar em internet capturas das diferentes etapas da canle autonómica e das estatais.
Tentei atopar outro blog (por exemplo do mesmo Adrian) no que se compilassem estes videos. Como nom dei com nengum, decidim fazé-lo aqui mesmo, para ilustrar como foi a evoluçom estética da TVG nestes 21 anos de funcionamento.
Graças Adrianlacoruna polo teu trabalho.

O Moucho

O logotipo creado no 85, coas letras TVG enlaçadas, conhecido tamem como "moucho". Até a chegada das canles privadas, nem TVE nem TVG empregam a "mosca" (o logo num currucho da image), agás em retransmissons esportivas ou programas especiais. Este captura poderia ser dos especiais "Dende Galicia para o mundo" emitidos nos veraos do 88 eo 89 desde o parque de Castrelos (Vigo).


Primeiro re-desenho


Este moucho nom seria objecto dum re-desenho até mediados dos 90, quando se apresenta umha versom mais estilizada, que conserva a ideia original pero mais redondeada, e troca o azul celeste polo azul escuro.



Segundo re-desenho


Cara o novo milénio, opta-se por outra subtil adaptaçom do "moucho" inicial. Perde-se a cor azul e conserva-se o mesmo logo (com o V algo mais curto) em transparente e com borde branco.



Deste jeito se mantém até a actualidade.




O G maiúsculo

Ja a finais do verao deste 2006, tras um ano de governo post-Fraga, a image muda radicalmente. Caem o T e o V e aparece o grande G que ja conhecemos:



Só fica por saber como será o logo da agardada segunda canle pública galega. O companheiro toutubeiro Adrian atreve-se com esta aposta:

comentários (2) - categoria: tv - publicado o 02-10-2006 17:36
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Chuza! Meneame del.icio.us digg Fresqui
los muertos van deprisa
Ante todo o que está a acontecer estes dias em relaçom ao filme de Dygra “Los muertos van deprisa”, creo necessário fazer um percorrido pola (até o de agora) desafortunada história deste projecto.

O começo

O director e guionista galego Ángel de la Cruz iniciou o projecto a finais da década dos 90. Tras dirigir tres curtametrages, e com o filme de animaçom “O Bosque Animado” em fase de produçom, o corunhes escreve o guiom dumha história “coral e costumbrista” que narra as vivências dum pequeño povo costeiro galego revolucionado com a chegada dumha fermosa transportista que aparece ali na busca de bom marisco para exportar. Sem deixar de ser umha história moderna, mostra umha Galiza tradicional, de costumes arraigados, que cre na Santa Companha e no catolicismo, com personages bem definidas e um humor engebre característico. Recorda aos primeiros filmes de José Luis Cuerda (“Amanece que no es poco”, “El bosque animado”), mas feito desde umha perspectiva totalmente galega. Por se fosse pouco, o título da-lho um verso de Rosalia de Castro no seu livro “En las orillas del Sar”.
O audiovisual galego vive nesses anos o despegue da produçom de longametrages, impulsado por produtoras como Continental, o que favorece que profisionais técnicos e da interpretaçom poidam, por vez primeira na história, adicar-se ao cinema sem ter que emigrar a Madrid. E o projecto de De la Cruz semelha ser esse anceiado filme co que começar a marcar umha “identidade própria”.

O filme precisa, por outra banda, um importante orzamento. Nom só pola gran cantidade de personages, se nom que tamem require um importante esforço cenográfico (para dotar à história dum realismo “mágico” e peculiar) e de efectos especiais (tanto físicos como de post-produçom). Polo tanto, a tarefa da financiaçom do projecto prevé-se difícil, e mais num sector “pre-industrial” (o cinema galego) que, pésie a ter umha boa quantidade de obras em pouco tempo, ainda nom deu resultados potentes na venda de entradas.

Primeiras tentativas

Se a memória nom me falha, a primeira vez que se tenta botar a andar a produçom é no ano 2000, e é “Artemática”, a produtora do director, a que o intenta. Com ajuda concedida pola Conselheria de Cultura, iniciam-se os contactos com distribuidoras, televissons, reparto e equipa técnica, e mesmo se marcam datas para a rodage. Mas a financiaçom nom se completa e o projecto tem que ser adiado.

Ángel de la Cruz nom se rende. Tras o éxito como co-director do filme de Dygra “O Bosque Animado”, junto a Manolo Gómez, que obtem dous prémios Goya em 2002, tenta de novo a posta em marcha de “Los muertos…”, agora em co-produçom com a empresa de animaçom. O projecto chegará mais longe, contactam com a distribuidora de Disney “Buena Vista”, fecham acordos com o pessoal e fam-se mesmo as locaçons nas que se rodará numha pequena vila costeira. Case todo está preparado para começar a filmaçom no outono desse ano quando… um petroleiro chamado Prestige acidenta-se a 28 milhas da costa galega, esparexendo o seu fuel por todo o litoral, incluida a vila escolhida para o filme. Este desastre obrigará a adiar de novo o projecto.

Dygra centra-se entom no seu seguinte projecto de animaçom em 3D, “O sono dunha noite de San Xoan”, que vai converter a Gómez e De La Cruz nos únicos directores galegos em ganhar dous Goyas. Ainda que o projecto de image real empeza a ser conhecido no sector audivisual galego como “a peli maldita”, polas sucessivas tentativas, o guionista-director segue a confiar na sua história. E Dygra Films tem ja um prestígio no cinema que fai que moitos confiem nela como umha produtora valente e capaz de sacar adiante produtos de risco e fazé-los rendíveis (é innegável a fazanha que supuxo ser a primeira produtora europeia em fazer longas de animaçom 3D e obter benefícios).

Volta a empezar

Em 2005 volvem a se ponher maos à obra. O troco no poder na Junta de Galiza traerá tamem trocos no referente as ajudas à produçom audiovisual. Umha delas é a de pedir às produtoras que tinham concedida umha ajuda desde vários anos atrás que levassem a termo os projectos num praço breve o renunciassem a elas. Artemática cede entom os direitos a Dygra e fixam a rodage para maio de 2006. Tras vários meses tentando financiá-la, com a metade da equipa de produçom já contratada, e a um mes de comezar a rodar, decide-se adiá-la mais umha vez, desta volta para o mes de setembro, por nom ter completado o orzamento precisso.

A rodage

Os meses passam. Em julho e agosto iníciam-se os contactos com toda a equipa técnica, e a equipa de Decoraçom translada-se a Rinlo (Ribadeo) para comezar a transformar as suas rúas em Farinho de Mar, a vila fictícia na que transcorre o filme. Contratam-se actores e actrices. Todo fai suponher que o projecto está completamente financiado, e fixa-se um extenso plano de trabalho de 12 semanas de duraçom. Nestas datas começa tamem boa parte da produçom cinematográfica galega, ja que as ajudas da Junta este ano saem mais tarde. Esto fai que os/as trabalhadores/as do audiovisual galego tenham que escolher entre esta e outras películas, mas Dygra consegue fazer-se com o melhorcinho do sector graças a uns bons salários e à grande duraçom do projecto.
Finalmente, o 21 de setembro, Ángel de la Cruz pode dizer “Acçom” por primeira vez. Neus Asensi, Fernando Fernán Gómez e umha boa selecçom de actores e actrices galegas vam realizar o sonho do director corunhes.
Os dous primeiros dias de gravaçom transcorrem na Lonja da Corunha. Na fim de semana a equipa completa translada-se a Ribadeo, onde atrecistas e ambientadores transformarom ruas e fachadas das casas, para continuar ali a rodage.
O dia 27, quinta jornada de trabalho, o director recebe umha chamada de Manolo Gómez. Di-lhe que nom hai cartos para continuar.

Agora

A equipa do filme e o director nom o podem crer. Um mes de trabalho (ensaios, construçom de decorados, cinco dias de rodage), com o gasto que implica, oportunidades de outros trabalhos regeitados… e o produtor tarda dous dias em despraçar-se a Ribadeo em pessoa para dar explicaçons. Realizador e técnicos solidarizam-se mutuamente e exigem-lhe a Dygra que devolva os direitos da obra à produtora Artemática, para tentar à desesperada buscar novas vias de financiaçom
Os trabalhadores reunem-se em assembleia e decidem agardar uns dias, pedir asesoramento legal e mesmo denunciar à produtora se é precisso para garantir que se lhes pague o salário acordado polas doze semanas. Gómez, pola sua banda, demite do seu cargo de Presidente da Académia Galega do Audiovisual, tentando que a súa caida nom afecte ao prestígio da instituçom.

E aquí remata, até o de agora, esta história. 80 profissionais sem trabalho para o resto do ano e um director que cometeu “o erro” de crer num produtor que botou a andar um projecto “fugindo cara diante” sem ter a financiaçom fechada. A possibilidade de que outra empresa se faga cargo e aporte o dinheiro é bem difícil, e mais tendo em conta os antecedentes do projecto.
Moita sorte para Ángel de la Cruz. Agardo poder escrever umha continuaçom desta história com “happy end”.
comentários (4) - categoria: cinema - publicado o 29-09-2006 14:47
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Chuza! Meneame del.icio.us digg Fresqui
hai que evitalos, a toda costa

Este post, na versom original nom era tal. Era um "foro" aberto em arredemo. Começou no mes de abril deste ano 2006 e funcionou mentres funcionou arredemo, aproximadamente até primeiros de julho.
Tivo uns vinte comentários que agora nom estam accesíveis na rede, e que propunham ideias de todo tipo. Agardemos a que arredemo volte a funcionar. Se vemos que passa o tempo e nom o fai, pode-se abrir um blog específico para esta proposta.


Já passou case um ano das rodagens que conformarom o filme Hai que botalos, exitosa iniciativa a prol do "boto" jurdida neste espaço Arredemo. Tras a estreia e a difussom que acadou ter, todas as pessoas que participaramos dum ou outro jeito no projecto flipamos com o resultado (mais que aceptável) e com a capacidade de organizaçom demostrada, assim como com a resposta da sociedade galega. A maioria nom pensavamos em acadar a dimensom que chegou a ter e, em certo modo, descobremos que tinhamos nas nossas mans (por fim) umha importante ferramenta para crear e difundir espaços de protesto, debate e crítica. E foi bastante doado e barato, polo menos se o comparamos com o que habitualmente custa fazer umha peli de dúas horas.
E penso que nom estamos a aproveitar moito esta ferramenta. Ja desalojado do poder o monarca D. Manuel, a sensaçom de alívio que nos produciu nom deve servir para que deixemos o caminho começado com HqB. E tenho umha proposta para faze-lo.
Creo lembrar umha entrada em Arredemo pouco depois das autonómicas que propunha algo assim como "Hai que botalos DOS CONCELHOS", pensando nas eleiçons municipais de 2007. Esta proposta nom está falta de sentido. O partido que "botamos" da Junta segue a ter o poder na inmensa maioria dos municípios galegos, e tres das quatro diputaçons. Mantem-se em grande medida a rede de clientelismos creada polo PP, e as suas políticas locais nom som melhores que as do senador ex-monarca.
Por outra banda, a situaçom é diferente na relaçom de forças. Os outros partidos (PSdG, BNG, grupos locais) já governam em cidades e vilas desde ha anos, e em moitos casos asemelham-se de mais ao PP (A Corunha é o exemplo fácil). Quando estam na oposiçom predicam cousas que logo nom levam a cabo se governam, e o que mais chama a atençom é na política urbanística, como se tem discutido recentemente em comentários aqui em Arredemo (ver denúncias sobre Pontedeume, Narom).
Por todo isto creo que vai ser difícil lograr a unidade de acçom que se acadou no "todos/as contra Fraga", onde se
junguirom forças independentes, nacionalistas de varios partidos, sociatas, comunistas... em fin, de todo. Porque esse "HqB dos concelhos" teria que denunciar tamem casos de governos "de esquerdas" ou nom seria legítimo.

O horizonte da primeira metade do ano eleitoral 2007 parece-me bom, pero proponho outra temática. Nos últimos meses asistimos a diversas informaçons e denúncias, tanto na imprensa coma nos blogues da Galiza, referidas à intençom de moitas construtoras de converter o litoral galego numha nova Costa do Sol, urbanizando o in-urbanizável ao longo da nossa costa. Som vários os colectivos que estám a denunciar estes casos, pero temo-me que o poder da indústria do formigom nom vai permitir que os grandes médios de comunicaçom se fagam moito eco dessas vozes. E isto pode significar que no praço dumha década as nossas praias mais fermosas se convertam em Marina D'or ciudadevacaciones.

A proposta é fazer um filme que denúncie estes projectos urbanísticos. Pode-se artelhar com a mesma estrutura de HqB. Cada quem escolherá que tema tratar e que tipo de curtametrage (docu, ficçom, animaçom) realizar. E umha "projecçom expansiva" nos meses prévios ás eleiçons pode servir para atopar um espaço nos médios para estes casos, fazendo que mais gente os conheza e advertindo à classe política e empresarial que a cidadania está alerta e que vai trabalhar para que nom agredam o nosso eco-sistema e as nossas paisages impunemete.

a raiz desta proposta, abriu-se um grupo Flicker no que colocar images de denúncia da costa ou relacionadas com o projecto:
http://www.flickr.com/groups/atodacosta/
comentários (1) - categoria: cinema - publicado o 07-09-2006 20:47
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Chuza! Meneame del.icio.us digg Fresqui
televisom para a lusofonia europeia
Para o mes de novembro está previsto o início de actividades do CLP (Canal de Língua Portuguesa), que emitirá para toda a Uniom Europeia desde París.

O público ao que quere chegar é, evidentemente, a comunidade portuguesa espalhada polo continente. Dous milhons de lusófon@s residem em França, 1,8 milhons em Luxemburgo, e hai tamem em Alemanha, Suíça, Bélgica, Espanha... E os dez milhões que residem em Portugal. Todo isto sem contar a Galiza e à sua emigraçom como "lusofonia".
Vai funcionar nas antigas instalaçons da TV5, no centro de Paris, e vai começar a trabalhar com cerca de 60 pessoas.

A emitir 24 horas por dia, o CLP TV será um canal generalista com informação, debates, cinema, telenovelas, cursos de português, reportagens, música e deporto.

Podes saber mais em:

comunicaradireito (1) (2)
diário digital (1)
comentários (1) - categoria: tv - publicado o 06-09-2006 21:05
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Chuza! Meneame del.icio.us digg Fresqui
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